Salete Marisa Argenton, gerente geral da Fabet: “Para viagens de ônibus, a segurança deve ser uma obsessão das empresas, inegociável e de absoluta rigidez”
Terry Hinman, vice-presidente Americas do Grupo Modaxo: “O mercado brasileiro, assim como muitos outros mercados latino-americanos, é amplamente atendido por operadoras privadas”
Laura Arias Sarmiento, diretora de transformação da Veolia: “É preciso investir em mobilidade sustentável para alcançar a transformação ecológica que o mundo requer”
Murilo Lara, membro do comitê executivo do GVBus: “O transporte público é, por sua essência, formado pela diversidade. Qualquer pessoa tem o direito de andar em um ônibus público”
Marcello Larussa, diretor comercial do Banco Mercedes-Benz: “A eletrificação dos veículos comerciais é um desafio não somente para a indústria, mas também para os bancos que atuam nesse setor, já que outros elementos, além dos veículos, serão objetos do investimento”
Paulo Corso, diretor comercial da Busscar: “Em 2021, devemos ter uma produção entre 600 e 700 veículos aproximadamente. Para 2022, estimamos crescimento entre 10% e 15%”
Silvia Barcik, head do vec Itaú: “As cidades precisam de meios de transporte acessíveis, eficientes, limpos, seguros e que ajudem a reduzir os congestionamentos”
Rodrigo Trevizan, CEO da wemobi: “Os brasileiros começaram a redescobrir o ônibus, seja pela questão da sustentabilidade ambiental ou pela comodidade de viajar mais tranquilamente pelas estradas”
Ricardo Portolan, diretor de operações comerciais MI e marketing da Marcopolo: “A indústria brasileira de ônibus se aproxima, cada vez mais, dos conceitos e padrões automobilísticos”
Juan Gorriti, diretor de vendas para América Latina do Grupo Trapeze: “Mais do que nunca, é necessário ter soluções que permitam que a operação se adapte de forma fácil e rápida”